A venda é ancestral. E são os
vendedores, especialmente, os varejistas, que são os principais termômetros de
todas as crises.
Por isso, dependemos da criatividade dos varejistas para nos
inspirar e para identificar as alternativas às crises, como a que vivemos
atualmente.
Porque os varejistas são homens e
mulheres acostumados a surfar nas crises, superá-las ao inovar para transferir
para seus consumidores os ganhos que negociam com fornecedores e distribuidores.
Os varejistas e seus gestores já
identificaram a ansiedade da sua clientela, cada vez mais preocupada com a rarefeita
renda disponível para o consumo.
Ao mesmo tempo percebem também a
pressão dos governos, que se valem cada vez mais de um monitoramento digital para
controlar a arrecadação de impostos, como é o caso da obrigatoriedade de se
adotar o Cupom Fiscal Eletrônico, estabelecida pela Secretaria da Fazenda do
Estado de São Paulo e de outros estados.
Os governos, através de suas
secretarias da fazenda, querem extrair o máximo de informações possíveis do relacionamento
no ponto de venda.
Mas deixam ao comerciante a possibilidade identificada pelo
Cupom Fiscal Eletrônico Fácil a aproveitar das informações geradas a favor da
eficiência do próprio negócio.
Como assim?
As informações que interessam ao
fisco são basicamente relacionadas com os valores das compras realizadas e os impostos
embutidos no procedimento.
Mas a cada entrega de um cupom
fiscal eletrônico ao consumidor, o sistema que repassa tais informações para o
fisco estadual permitirá, se for adequadamente garimpado, um melhor
conhecimento do comportamento da clientela.
E como todo varejista sabe, ao se
conseguir “pegar o pulso” dos consumidores, se consegue planejar melhor as
compras, identificar a rotatividade das mercadorias e descobrir quais são os
novos hábitos de compra, a partir da análise do fluxo de informações que são
consolidadas no repasse exigido na emissão do Cupom Fiscal Eletrônico.
Ou seja, os varejistas ao se
adaptarem às exigências fiscais conseguirão superar a atual crise econômica ao identificar
as novas necessidades dos seus clientes para nos ajudar enquanto consumidores e
cidadãos a superar mais uma crise. Como aliás sempre o fizeram ao longo da
História.
(Marco Roza, diretor de comunicação do Cupom Fiscal Eletrônico Fácil)
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